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Fundei a Ornota em 2013. Fabricamos vestuário para ciclistas. Para mim, a melhor parte da Shopify é a possibilidade de gerirmos o negócio mesmo não tendo conhecimentos técnicos. Conseguimos gerir tudo, do back-end ao front-end e fazer vendas online, sem complicações. Se a Shopify fosse um equipamento de ciclismo, eu diria que seria a própria bicicleta. É aquilo que nos permite chegar onde queremos. É na Shopify que gerimos o nosso negócio. Comece a sua avaliação gratuita em shopify.com
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Chame-me Shannon Maldonado. Sou a fundadora da Yaoi, uma loja de souvenirs com artigos artesanais e peças selecionadas por artistas. Escolhi a Shopify porque depois de experimentar outras plataformas, esta foi sem dúvida uma das mais intuitivas. Para mim, foi importante pensar onde estaríamos no futuro. Todas as ferramentas para analisar as vendas, como a gestão de inventário, estão ali mesmo, no nosso dashboard. Comece a sua avaliação gratuita em shopify.com.
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Se há uma constante na história da humanidade, e isto é bastante triste, é, por desgracia, a guerra. Não há existido uma cultura, uma civilização que não tenha tenido que enfrentar-se à guerra. Não há haver geração humana onde não tenha havido homens e mulheres que tenham tenido que ir à guerra. E, por desgracia, neste país que amo tanto e que é meu novo hogar, que é a colômbia, O tema da guerra parece um buco sem sentido e eterno que nos atrapa uma e outra e outra vez.
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Me dá muitas vezes pena a opinião pública colombiana porque já é completamente insensível a as barbares que sucedem na guerra deste país. E há tempo que decidí também não falar disso porque, em cima de tudo, o que me llevo são insultos e são problemas, mas, com sinceridade, não entendo a parsimonia com a que os colombianos observam dia atrás dia a quantidade de mortos que há neste país. Muitos anos se seguem passando os 20 mil assassinatos.
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Mas isto, senhores, por desgracia, e ojalá me equivoque, acho que não vai mudar.
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Não é fácil falar com a gente que está metida de lleno no conflito. Aunque aqui no conflito colombiano todos estamos metidos. Desde que um chega aqui e tem novia ou te casas como é... Minha situação, pois já a família colombiana directamente tem ou um secuestrado por a Farc ou alguém cujo dos paramilitares ou qualquer coisa dessa. Sei que os que não vivam em Colômbia vai custar muito trabalho.
02:44
mas é que, efetivamente, o conflito neste país chega a todos os rincones. Não é fácil falar com as pessoas que têm sido parte, em primeira linha, do conflito colombiano, como, por exemplo, militares ou pessoas que têm pertenido à guerra ou grupos paramilitares. Por quê? Porque ainda há medo.
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de que depois haja represalias ou gente os persiga e demais. Então, por isso é para mim todo um prazer, todo um orgulho e todo um honor ter hoje a uma pessoa que está na primeira linha deste conflito e que se atreveu a escrever um livro, mas não um livro sobre a guerra, sem mais, mas um livro sobre os fenômenos inexplicáveis que ele e outros soldados dentro do conflito colombiano.
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E é que eu acho que quando os homens se acercam continuamente a essa linha que há entre esta vida e outra, quando há gente que está continuamente tão perto da morte, eu estou convencido de que é mais fácil ser testigo e ver fenômenos paranormais, como se estiverem acechando, justo nessa fronteira, justo no limbo que há entre esta e outra vida.
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Boa noite, família do misterio.
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Meu nome é Juan Jesus Vallejo. Os que querem seguirme em redes sociais, meu Twitter é arroba juanjevallejo, juancotaevallejo. Em Instagram e em Facebook, juanjesusvallejo. E este é outro programa, outro podcast de Oculto Tras la Sombra. E aqui o que fazemos é periodismo de misterio. Nosotros os ponemos os hechos encima da mesa e vosotros decidís que há detrás e que não.
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Sabes que eu faço viajes de autor. Podem consultar esses viajes na página web www.viajesjuanjesusvallejo.com. Dentro de poucas semanas espero que estén já os viajes para Egito do próximo ano, nos meses de setembro e octubre do ano 2025. Nada tan hermoso como caminar. Justo a sombra das pirâmides de Giza. E arrancamos já sem mais dilação. Temos aqui a um convidado, como eu disse, de lujo.
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Uma pessoa que foi militar, que já está retirada, que participou no conflito colombiano e que escreveu o livro Entre a Guerra e o Inexplicável. Vais a ter o enlace do livro a Amazon e também Bajo Demanda, se o queréis, em papel, aqui abaixo, na descrição deste vídeo. E esta pessoa não é outro que Eduardo Sandoval. Eduardo, boa tarde, como estás?
05:38
Fundei a Ornota em 2013 e fabricamos vestuário para ciclistas. Para mim, a melhor parte da Shopify é a possibilidade de gerirmos o negócio mesmo não tendo conhecimentos técnicos. Conseguimos gerir tudo, do back-end ao front-end e fazer vendas online, sem complicações. Se a Shopify fosse um equipamento de ciclismo, eu diria que seria a própria bicicleta. É aquilo que nos permite chegar onde queremos. É na Shopify que gerimos o nosso negócio. Comece a sua avaliação gratuita em shopify.com.
06:08
Boa tarde, Juan. Como está? Que me cuentes, meu?
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Nada, pois tremendamente feliz de tenerte aqui. Te pusiste em contato comigo. Me dijiste, mira, sou um militar. Me contaste a tua história e te disse antes de arrancar... que estive lendo várias partes do seu livro e que me sorprendiu gratamente porque não é fácil publicar um livro quando se arranca desde zero, como é o seu caso. Mas vamos começar a indagar um pouco por sua vida e que a gente te conheça. Eduardo, por que decidiste ingressar ao Ejército colombiano?
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Bom, essa decisão a tomé no ano 98, eu saí no ano 97, E aqui, em Colômbia, é obrigatório fazer o serviço militar, definir sua situação militar.
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E eu entrei no dia 23 de junho de 1998, entrei ao Ejército, ao Grupo de Calleira Mecanizado no Silva Plaza, em Itamaoyacá. E entrei, pois, a prestar serviço, a conhecer como é esse mundo, como é o mundo militar, Me gostou.
07:19
Aí tive uma experiência paranormal que está no livro. E depois disse, não, pois, já que me gostou, sigamos. E segui na Escola Militar de Suboficiales, curso 66, porque cada ano entra um curso, cada ano entra um curso, curso 66.
07:39
E me retiré no ano 2021, mais ou menos como em maio, junio me retiré. depois de 22 anos de serviço.
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Terminando então sendo suboficial, o que fazia era trabalhar em carros de combate?
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Bem, entre os 22 anos, um não está em uma única unidade, está em muitas unidades, está em batalhões de infanteria, brigadas móviles, batalhões de contra-guerrilla, batalhões de de Infanteria, basicamente, de Infanteria e de Contrarreia, porque nessa época começou o Plan Fortaleza.
08:22
Plan Fortaleza, quando já a guerrilla praticamente estava aqui em Bogotá, aqui em La Calera, ele queria tomar o país. Quando já havia, por exemplo, passou a tomar o mito, foram sequestrados muitas policias, muitas, muitas tomas, e ele tomou a decisão de que tentassem gente rápido, que era o batalhão rápido, e me tocou viver nessa época, me tocou viver na época da zona de extensão, com o presidente Pastrana, e na época eu estava no meta, também vivi na época quando sequestraram uns gringos, como disse um, uns gringos lá na sierra de Santa Marta, também estive por lá, no batalhão Guajiros, mas sempre estava assim, em zonas de conflito, como conhece a gente, de combate.
09:14
Como se vive o conflito colombiano por dentro? Porque a guerra não é como nas películas, nas películas fica tudo muito bonito e chega Rambo e Rambo é capaz de acabar com 40 e coisas assim, mas como é viver o conflito colombiano desde dentro e em primeira linha, como o viviste tu, imagino que tem que ser muito, muito duro.
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Sim, é duro no aspecto que... Bom, sim, há dias pesados, mas a guerra que tem que vir no monte é mais psicológica. É mais psicológica porque... Isso não é como dizem as películas, que você encontrou com a guerrilla e com o inimigo e que se dispararam e que passou e que... Já, não. Há muitas noites de caminhar, há muitos dias de não saber se já vem, se não vem.
10:04
Há muitos dias de inteligência, saber se está bem, se está mal. Se você, como comandante, a decisão que está tomando é levar seus homens por este caminho, por este ferro, é bem, é mal.
10:16
Porque como comandante, não somente tem assinados fusilhos e armas, isso vai e vem.
10:24
O mais importante que você tem como comandante são as vías de seus homens. E sentar-se a pensar por aqui iremos bem, por aqui iremos mal, não vayan a matar nenhum soldado, não vayan a parar por algo malo, nenhum soldado vai pisar alguma mina, ou um mesmo. Um termina pensando mais em seus soldados, em seus homens, que não vai passar nada, que em um mesmo.
10:47
A guerra é mais psicológica nesse aspecto, mais de que um se move, ou que chegue o helicóptero, ou que o deje em tal parte, que o deje, não sei, os caminhões do outro lado, é mais da parte psicológica que um vive dentro da guerra, O que verdadeiramente, uma caminhada de duas, três horas, passa.
11:12
Espera, que estamos tendo um problema com o teu audio.
11:16
Podes falar outra vez? Pasou algo.
11:21
Não, se entrecorta.
11:26
Se entrecorta. Não, se entrecorta.
11:30
Háblame.
11:31
Aí me escuta?
11:34
Agora sim te escuta. Olá, olá.
11:35
Listo?
11:37
Listo. Já se pode retomar. Outra vez. Listo. Então, me comentabas que é muito psicológico, verdade, Eduardo? Ou seja, que realmente... Ou seja, não é como nas películas, é psicológico porque me imagino que é muito duro estar dias, semanas, em meio da montanha, em meio da selva e não sabes quando vai voltar ao...
11:56
Bom, pois ao quartel, ou a ver a sua esposa, ou o que seja. E me imagino que isso é o mais desgastante. Isso, e que aqui em Colômbia não é como as películas de dibujos animados. Aqui em Colômbia, por desgracia, seguramente tendrás companheiros que han caído.
12:12
Sim, é que aqui, ou anteriormente, ou a parte que eu a vi, eram três meses, até seis meses, um metido no área, no área de combate. Anteriormente, pois agora... Agora é fácil porque onde você vai, tem señal de celular.
12:28
Onde você vai, tem señal de celular. Aí você é o monte mais tenaz, você se suba ao cerro e já tem señal de celular.
12:36
Mas, por exemplo, quando estive em Guajiros, na sierra de Santa Marta, até agora já estava em 2001. Então, señal de celular, nem celulares havia, eram os primeiros.
12:48
E o que fazíamos nós? Quando chegou ao abastecimento do helicóptero, Em um solito, cada soldado escrevia o número de telefone de sua família.
13:02
E ia chamar a quem? Por exemplo, o três... Põe o número, e põe a mamã, o nome da mamã, e se o dava ao chegar ao helicóptero.
13:12
Se baixava o artilheiro, dava uma bolsa, e como...
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Perdona, outra vez se te corta. Você tem uns auriculares que tenham câbles e que não sejam inalâmbricos?
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Fundei a Ornota em 2013. Fabricamos vestuário para ciclistas. Para mim, a melhor parte da Shopify é a possibilidade de gerirmos o negócio mesmo não tendo conhecimentos técnicos. Conseguimos gerir tudo, do back-end ao front-end e fazer vendas online, sem complicações. Se a Shopify fosse um equipamento de ciclismo, eu diria que seria a própria bicicleta. É aquilo que nos permite chegar onde queremos. É na Shopify que gerimos o nosso negócio. Comece a sua avaliação gratuita em shopify.com
13:56
Não.
13:57
Com o microfone.
13:59
Se entrecorta outra vez.
14:03
Se ouve pop, pop, pop, pop, pop, pop e não se te escuta.
14:07
Com o microfone escuta.
14:12
Não, não te ouço.
14:28
Não.
14:30
Se ouve pop, pop, pop, pop. Se empezaste bem, mas foi de repente, tia. Não sei se é um problema dos auriculares.
14:39
Espera, lhe has dado algo?
14:43
Não, aí se entrecorta. Se segue escutando. Um tic, tic, tic. Não.
14:53
Não.
14:59
Agora não se ouve nada. Aí me escuta? Aí te escuta perfectamente.
15:29
Me escuta melhor aí?
15:31
Sim.
15:33
Eu tenho que parar um pouco aí.
15:36
Sim, são os auriculares, definitivamente.
15:39
Sim, assim me escuta melhor?
15:41
Sim, muito melhor. O melhor não é que te escuta bem e não se ouve o retorno.
15:46
Então não tem problema.
15:48
Bom, sigamos então. Listo, então te retomo outra vez a pergunta, vale?
15:55
O problema de viver como você viveu o conflito colombiano e estar em primeira linha é o que me dicas, estamos em uma guerra, por desgracia, muito, muito cruenta no país e o tema é psicológico, ou seja, é aguentar no monte, na selva, X semanas, X dias, e tu me dicas, há vezes que os tinham até seis meses em zonas de combate. Como se leva isso, Eduardo?
16:21
de três a seis meses, não sei como está agora, acho que está três meses, pois imagínate, como te disse, agora é fácil, porque em qualquer parte tem señal de celular, qualquer monte, qualquer parte, com a parte alta, saca de celular e chama a casa, mas anteriormente, quando eu comecei em 2000, 2000, 2001, não havia, os celulares, Os mais velhos e a señal, muito pobre. E mais no monte, pior.
16:53
Então, o único que ele fazia era, quando chegava no helicóptero, no abastecimento, em um papelinho, cada um número de telefone e um mensagem para sua família.
17:04
Chegava no helicóptero, entregamos ao artilheiro um sobrezinho com os papelinhos e cinco mil pesos, cinco mil, seis mil pesos.
17:15
E ele já sabia que tinha que recorrer isso, ele metia no bolsinho e já. Ele chegava a Santa Marta e chegava e chamava. Sim, é que chamava de parte do soldado tal, que estava bem, que não sei o que ia. E chamava, e chamava, e chamava. E assim era que a uno le tocava dizer a a família que estava bem. E aos três meses, salia a um e já.
17:35
Dizia, sim, a mim me chamava, e me chamava a tal pessoa que estava bem. Essa é a parte psicológica E pensar, como a gente sempre pensa em seus homens, termina mais pensando em eles, de que estem bem, de que por onde um toma a decisão de caminhar, ou a operação a ser a operação em certa parte, que nos vá bem, que não tenha nenhum homem herido, que nenhum homem morto, que nenhum pise uma mina, porque muitas vezes é mais isso.
18:04
Porque um pode ir caminando, assim vai em qualquer desplazamento, pisa uma mina, é um homem morto, dois, três homens mortos, E psicológicamente, o resto se afeta. Porque agora, por onde caminho, por onde piso... Essa é a parte mais terrível, digo eu, da guerra. Mais que o ataque com o inimigo e disparar.
18:27
É que eu penso que é muito duro, porque meu pai, que em paz descanse, era militar... E não é fácil que meu pai me comentasse que algum amigo seu faleceu. Se eu me vi em um país vecino, como é Ecuador, ou aqui em Sudamérica, me vi em Argentina, ou Chile, que conheço militares chilenos, por exemplo.
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Ninguém vai dizer que viu um amigo seu caer em combate na Argentina, talvez na Guerra das Malvinas, na España por o tema da ETA, mas o problema é que, por desgracia, segue caindo gente todos os dias. É uma loucura e, antes de nos nos nos fenômenos paranormais, que não quero me muito em isso, por que crees que nunca vai acabar, que não termina o conflito colombiano, que algum dia termine, por que crees que não acaba, que não termina, que não termina, que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o
19:17
É mais difícil saber por que começou que por que terminou. Porque se você lê a história da FARC, a história da violência em Colômbia, eles começaram como autodefensas. A FARC começou como autodefensas. E depois se tornou em guerrilla móvil. Eu tenho aqui na biblioteca cinco ou seis livros da FARC. E você diz, mas por que segue a violência?
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E aí se pergunta a um, se já se movilou a FARC, se desmovilizou as autodefensas, por que siguen, por que siguen, e isso, em meu conceito, só tem uma resposta, o narcotráfico, a avarícia do dinheiro, não tem mais, não tem mais, mais respostas, porque, no final, se verdadeiramente a guerrilla, se fizeram o que disseram seus estatutos ou seus ideais, não teria nada que ver com tumbar o puente, não teria nada que ver com chegar a um povo e destruir, colocar um carro bomba, não tem nada que ver com isso.
20:19
Então, se eles estão nessa linha do narcotráfico, nessa linha da avarícia, essa guerra vai seguir, porque, no final, os únicos perjudicados são os soldados e os civiles. Os primeiros perjudicados são os soldados, porque, que a gente diga que a gente gosta da guerra, que somos como é que dizem a gente agora? é que somos os que nos gostam da guerra e os que mais rezamos e pedimos para que se acabem da guerra somos os militares e os policiais porque somos os primeiros que sofrem as consequências um civil está aqui em Bogotá ve a notícia se estão em guerra a matar a um soldado mas os que mais pedimos que se acabe esta guerra somos nós.
21:17
Pois sabes, eu não conheço bem bem o conflito colombiano, obvio, como tu.
21:22
Sim me tocou viverlo, no sentido de que desde a minha primeira esposa ou agora a pareja que tenho, obvio, por temas familiares, todas metidas no conflito. E te digo uma coisa, concordo ao 100% contigo, e já verás como tem gente que nos insulta aqui abaixo no YouTube e tal.
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Ah, não, eu não tenho problema.
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Se isso segue, é porque a gente que tuas dito, grupos como o LLN, grupos como as disidências da Farc, que as chamam o Estado Mayor, ou a nova Marquetalia, ou a madre que os pariu, simplesmente, são grupos que o que fazem é conseguir dinheiro de forma ilegal. O comunismo caiu no ano 89, quando caiu o muro. A União Soviética se digrega entre os 90 e 91, eu acho que foi.
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Isso já perdiu o sentido há muito tempo. Há muito tempo. Somos o único país do mundo com guerrillas comunistas. É a coisa mais absurda que pode comentar a um ser humano.
22:20
E já não são guerrillas, já não são guerrillas. São grupos terroristas. Se fosse guerrillas, teriam outra ideia, teriam outras coisas. São terroristas. Isso é muita gente que verdadeiramente Quando trabalhei no Guaviare, se desmovilizou um comandante da Guerriche, um comandante da Guerriche. Foi em 2008, 2009, que eu estava por lá.
22:48
E ele disse isso. Eu não entendo por que, se nos estatutos dizem que peleamos por o povo, por que volamos puentes, por que colocamos um carrombo, por que, por que, por que, e ele terminou desmovilizando. Se o dizem eles que estão já metidos, mas não entende que para eles sair não é fácil. Ou seja, não é como... Como dizemos, eu já renuncio, já me cansado do ejército, pido a lavagem para minha casa. Eles, afortunadamente, não podem fazer isso.
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Todos os que estão desmovilizados porque viram a oportunidade, isso foi de dia e de noite. Esse muchacho, esse comandante, tinha como 30, 31 anos, e cogiu sua...
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seu companheiro, que era Chispas, que carregou o radio, e ele disse, agarra o equipe, agarra o toque, vamos ao pobo. Esse pobo se chamava Porto Flores, por lá em Guaviaria. E disse que se subiu na canoa, chegaram, se retiraram o chaleco, deixaram na canoa, chegaram e se entregou ao ejército.
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Porque estava cansado, e ele sabe que se alguém o faz assim, ele como comandante não pode deixar ele. e o têm que matar, embora seja feo, mas é a realidade. Eles matam e fazem o juízo militar, e os termina matando aos pobres menores que não veem o que verdadeiramente eles prometieron que era pelear por um povo. Se dan cuenta que é puro narcotráfico, cuidar cultivos e lutar contra outros que nem se conhecem nem nada.
24:26
É uma barbaridade. Eu o vejo uma barbaridade e ojalá algum dia isto acabe, mas não o vejo fácil. Llevo 10 anos e meio em Colômbia e, por desgracia, não o vejo fácil. Precisamente por o que tu has dito, porque eu acho que já são grupos que... ideais não tem nenhum, mas simplesmente fazer negócios ilícitos entre a mineria e legal e mover muito polvito branco e já. Então, enquanto podem fazer esse tipo de coisas e tal, vão seguir ganhando dinheiro.
24:58
Eu, quando os ouço, inclusive aqui na televisão, que falam, que se preocupam por o povo colombiano e tal, me parece uma coisa realmente... Me parece absurdo.
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Já o digo assim de claro, me parece... de que se preocupam que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é A colômbia profunda, como dizem por aí.
25:42
Llega o Estado, chega um empreendedor e dizem aqui, vou montar um negócio e tal coisa, vou colocar uma cadena de almacenes e o primeiro que lhe chega é a guerrilla.
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Você, quem é? Não sei o que vai colocar. Bom, listo. Então, mensualmente, me tem que dar tanto.
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Pois a gente dizem, eu vengo a empreender, a buscar minha plata porque não quero dar plata a eles. E termina eendose.
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Então, é o que diz um, se a guerrilla se preocupasse por o povo, não permitiria isso.
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Não permitiria que um comandante chegue, que chegue uma pessoa a colocar um almacé e uma vez a cobrir a vacuna.
26:26
Só te vou dizer duas coisas, simplesmente, não somente a extorsão. Uma pessoa que decida quem tem direito à liberdade ou não, como fazem eles, que secuestran gente e todos os dias secuestran gente, como secuestraron hace pouco, por exemplo, ao padre de Lucho Díaz, do futbolista, como secuestraron ao tio, por exemplo, de minha mulher. Ou seja, um ser humano que decida quem pode ter liberdade ou não, E que, além disso, recrutem a menores de edade para a guerra, desde a minha parte, não têm nenhum respeito, absolutamente nenhum respeito, zero.
27:02
Para mim, são basura. Que tu decidas quando podes secuestrar, porque a ti te apetece, que tu decidas quando podes extorsionar e que tu decidas quando podes recrutar menores de edade E que isto pareça, o falo porque quero jogar a ser Robin Hood, me parece a coisa mais estúpida que he escutado em minha vida. E o digo assim de claro, e tu verás os insultos que me caem, mas é o que sinto e é o que tenho no alma, e para isso está este canal de Youtube. Talvez em Caracol não falaria assim, mas como este é o meu canal de Youtube, aqui o suelto.
27:38
Em Caracol não deixam falar assim, não deixam dizer as verdades.
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Não, a lo mejor eu em Caracol nunca tenho problemas, mas, enfim, vamos começar a meternos em materiais com suas vivencias, isto vai acabar, porque a gente de fora de Colômbia, sobre todo, acho que vai interessar e vai intrigar. Te queria perguntar, a ver... Você chegou ao Ejército, você era já aficionado aos temas de misterio, ou é que acontece algo dentro do Ejército que diz, Leche, os fenômenos paranormais existem e quero saber mais disso. Como foi seu interesse?
28:13
Pois antes de entrar ao Ejército, claro, eu não escuto muitas histórias de as abuelas.
28:22
de as almas em pena, que quando se põe a tomar um sorriso para as almas em pena, não é a época que as almas em pena, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas, mas mas, sinceramente, me parece uma película normal, ou seja, que me diga que me dá medo, ou seja, por um par, não me dá medo, normal, porque muita gente tem pesadinha, uma tem suas pesadinhas, seus demonios, como dizem por aí, mas quando me passou essa experiência em essa unidade, e disse, verdadeiramente aqui, aqui há algo, aqui há uma dimensão mais, aqui há algo mais, que não é somente o que nós vemos e tocamos todos os dias.
29:23
A ver, comentame essa experiência do ano 98, que eu estou lendo no teu livro e basicamente tu estabas no grupo de carros de combate e estás, acho que era em Duitama, se mal não lembro. Estabas em Duitama e tu me dices que de repente uma noite te metes em um carro de combate e vais a dormir ali, estes guardando os carros e que é o que passa?
29:45
Bom, essa experiência é assim.
29:49
Esse grupo de caballeria, para que a gente conheça, que não é de Colombia que conheça, grupo de caballeria se refere a um batalhão, o de Vitama é grupo de caballeria mecanizado número 1 Silvaplazas.
30:04
Então, lá há carros de combate como Urutu, Cascabel, Ayavir, que são os carros de transporte, e há caballos, caballos.
30:16
Resulta que no ano 98, para diciembre, o batalhão tinha a missão de fazer uma carroça alegórica à origem dos Tiestesitos, para a guinaldo boyacense que se celebrava em Tumca.
30:33
Então, eu também, aparte de escritor e ser militar, também sou pintor. Então, nos cogieron a três soldados, eram soldados na época, que se chamavam Sarmiento e o outro se chamava Botecho.
30:50
E nos mandaram para o hangar, igual que o hangar de um avião, assim, imenso, mas cheio de carros de combate.
30:57
Nos dieron um caminhão, um código, le quitaron atrás a plataforma, que era uma só plataforma aí, e aí nos tocava fazer isso, então nos tocava pintar, colocar umas telas por os lados, alegóricas a isso, não sei que, bom. Acontece que nós dormíamos dos langar nos deixavam sair até não acabar isso. Aí nos deixavam a comida, tudo, tudo, tudo. Nós dormíamos como uma espécie de cuartico na parte de baixo. Então nós dormíamos aí.
31:28
Uma noite guardaram umas carpas de uns caminhões. Não podíamos dormir aí. Nós não andamos a dormir. Nós nos metíamos no Urutu, não era problema. Estavam abertos. Depois nos metíamos a dormir no Urutu. Já haviam passado como mais de as 12. Mais de as 12 da noite era.
31:46
E então, imagínate esse frio, eu acho que estaríamos a uns 2 graus centígrados, metidos em um carro, blindado.
31:55
Esse frio que, pois, me deu ganas de orinar. Depois me levantei.
32:02
Pois, de langar, as luzes nunca se apagam.
32:06
Para sair do Urutu, tem que abrir uma porta aqui na parte de cima. Eu abri a porta, saí e me olhei para baixo, para o piso, e como está, digamos, de 2 metros de alto, 2 metros e meio de alto, e passou um soldado caminhando, com seu uniforme normal, e eu me quedo mirando assim, eu segui com a mirada, quando passei aqui na frente, eu saludei, e eu, então, o que? o que? o que? e eu, e eu, então, o que? e eu, então, o que? e eu, então, o que? e eu, então, o que? e eu, o que?
32:37
e eu, então, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, o que? e eu, cabrinho, não sou com quem me contestou.
32:47
Eu, eu me abajei, oriné, perdió a revisita das puertas, estava a porta principal, até a outra porta, revisita das puertas, estava tudo cerrado. Eu disse, pois, bom, pelo menos o irmão saiu e cerrou a porta.
33:02
Não lhe puse atenção a isso. Seguiu, fizemos a carroça, fizemos a Alguinaldo Boyacense-Tunha, listo. Como em enero, o regime interno é a oficina onde tem toda a documentação dos contingentes. Então, iam mudar a oficina para um lado porque iam pintar. E nos levaram a nós para cargar as oficinas, cargar as mesas, escritorios, tudo.
33:37
Llegamos aí e apareceu um álbum de fotos dos contingentes passados. E, claro, sabe que A um lhe ganha o chisme.
33:46
E começamos a mirar fotos, fotos e fotos e fotos.
33:50
Quando chegamos a uma foto, eu disse, este homem eu conheço, este homem eu conheço. Ah, este foi o homem que se metiu ao hangar que dias. Ele era contingente 1 del 8.
34:02
E eu lhe disse a alguém, este homem foi o que se metiu ao hangar. E era um soldado mais antigo que eu, que também era 1 del 8.
34:10
E ele disse, não, pois o soldado está morto. Como disse que é morto? Ele me passou por aí à frente e o saludei e antes saiu e cerrou a porta. Ele disse, não, o soldado foi o que se morreu ahogado detrás do rancho de tropa em um exercício que estavam fazendo como que pequenas unidades. E ele disse, não, não, não. E eu chamo a outra pessoa e disse, mire, você conhece esse man? Ele disse, sim, esse é porque... E como assim que o man se morreu? Se eu o vi a...
34:40
metro e meio, e eu comecei a contar a todo mundo a história, e a partir desse dia, ninguém queria acercarse ao hangar na noite, apesar de sentir ela por aí. Ninguém, não, eu não vou.
34:53
Essa foi minha experiência. Se eu o vi, a metro e meio, e me falou. E te respondeu. E eu falei, então, o que? E o mano me falou assim. E se eu, eu estou manchando.
35:08
Eu não vi que, como as películas, que uma obra, que não, nada, normal, com o uniforme, com as botas. Escutei os passos, segui com a mirada, até que o carro que estava aqui ao lado meu, já se perdiu.
35:23
E já, eu não senti nem medo, nem como as películas, que se sente medo e que se apaga a luz, nada.
35:29
Simplesmente ele apareceu.
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Então eu comecei a perguntar, este muchacho que...
35:35
Por que apareceu? Por que ele está aparecendo? Será que ele quedou algo por fazer? Será que sente que não morreu? Qual será o pensamento dessa pessoa quando se morrem de repente assim, de uma forma tão...
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Traumática.
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Sim, foi traumática, que morreu ahogado. Aí eu comecei a perguntar-me se há este plano que um ve todo o outro campo, O outro plano, o que há? Por que aparecem dessa maneira? Por que uns se aparecem e outros não aparecem?
36:12
Isso me parece muito curioso de teu livro, porque, no final de cada caso, te faz perguntas e tenta, desde a racionalidade, dar a tua hipótese sobre o que está acontecendo.
36:22
Ou seja, basicamente, em esse ano de 1988, tu, 98, sales de um tanque Ves um soldado que até te saluda, que passa diante de ti e te saluda.
36:35
Todo o hangar estava cerrado. Nadie podia ter entrado ou poder ter salido. Ao ano seguinte, você vê uma foto e diz, Leche, mas esse é o cara que vi eu. E resulta que havia morrido. E para o entendimento, que é a hipótese e tão válida como a de qualquer pessoa, Que crees que é uma experiência de morte, por desgracia, tão traumática, é como se quisiera seguir fazendo as tareas que tinha que fazer e que lhe encomendaram? Ou que é o que aparece em sua mente, em sua hipótese, Eduardo?
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Pois eu creia que foi tanto o traumatismo, sua forma de morir, que para ele saiu para ele saiu, ou seja, ele não se ahogou, mas ele saiu. De os três que cairam primeiro ao água, me conta a história, que há um charco, a história diz que há um charco grande. Naquela época, utilizávamos o fusil G3, que é uma vaina grandíssima, larga, pesadíssima.
37:42
Utilizávamos tula, não o equipamento normal como Morral, mas uma tula que ia atravessar.
37:49
Então, quando eles se hundaram, estavam os soldados do batalhão de contraria número 1, Muisca. Eles se botaram e sacaram os dois primeiros e o outro, o terceiro, não o encontram, se demoraram em encontrar. E quando já o sacaram, já estava morto. Então, eu acho que ele, em sua consciência, antes de morir, disse, eu tenho que salvar.
38:15
E para ele, ele saiu Para nós saiu morto, mas ele saiu vivo e está por aí ainda rondando e fazendo suas coisas que normalmente é um soldado. É o que se me apareceu aí. É minha hipótese.
38:30
E a tua hipótese me parece perfecta. Se entendemos que a consciência é o que sobrevive e a consciência está em nosso alma, a consciência é, digamos, a lucidez do que somos, Essa hipótese é perfectamente válida. Su consciência, que para mim é imortal, que é sua alma, se quedou por agora atrapada neste mundo. Así que esse soldado, se nos está ouvindo, que descanse em paz e que váia até a luz e que trascienda.
38:59
Há outra história entre o livro que se chama Micao recolhendo seus passos. É exatamente igual.
39:07
Mas essa é mais heavy porque essa é um tema de brujeria que me deixou louco quando o estive lendo.
39:12
Não, não é exatamente uma brujeria. Me cabe recorrer dos passos quando ele...
39:17
Quando um... Há grandes rasgos. Há uma base militar. Há uma base militar de artilleria.
39:26
Ele... Asigna um novo comandante. O comandante que está aí, que entrega seu posto e se vai. O comandante que chega...
39:38
ocupa a mesma casa, a mesma habitação que tinha o comandante que se foi. Eu me lembro de 1,2 meses, o comandante que chegou está acostado em sua casa, e como é Tierra Caliente, tem seu tordillo para os angúdos.
39:59
E ele diz, onde está acostado, se vê, ao fundo, se vê a porta, mas o marco não tem a porta. Ou seja, na entrada, Há umas escaleras que caem aí e entram na habitação porque são búnkers subterrâneos. E disse que o qual estava acostado, que abriu os olhos e de repente vi uma silueta negra quando viu que se lhe acercou e ele quedou paralisado.
40:22
Se lhe acercou, se lhe acercou, subiu o tordillo e se subiu e se acostou ao lado dele e quedou desmaiado.
40:36
que foi tanto que o outro dia os soldados tiveram que despertá-lo, mover-lo se estava vivo. E ele disse, me parecia como raro esse momento de que eu veia essa silueta que se me acercou, eu fiquei completamente imóvel, depois acostou ao meu lado e já, até aí eu recuerdo. E ele disse que a semana estava falando com o enlace e ele perguntou por o cabo que havia reemplazado. Ele disse, não, ele o mataram há...
41:06
na primeira entrada do área, depois de que deixou a base onde está, o mataram. Aí também há alguma reflexão.
41:20
Que pensamento tinha esse cabo de devolver outra vez a sua base? Que ele quedou por fazer?
41:26
Porque diz, o cabo que ele decidiu, que ao escutar o enlace, a dizer que sim, que o caos que entrou, que o reemplazou, o mataram na primeira entrada do área, que recordou a silhueta exatamente como o caos. O que acontece é que no momento não o associa, mas então disse, então, qual é a tarefa que um tem em este mundo para morir físicamente e ter que voltar a cumprirla?
41:58
E se você, Juan, leu o que eu lhe recomendava, a carta?
42:03
Sim, que é de esse sentido.
42:05
Aí vai entender que também se pergunta, diz um...
42:09
Agora nos metemos na carta e me confundi com o outro que me disse que era a desconfianza, um erro fatal, que não sei se tem um tema de brujeria, que quero que me comentes agora. Mas essa história que me has comentado de este bunker de artilleria, É curioso, também, porque dá alguns dados que me parecem sorpreendentes, como, por exemplo, o fato de que o soldado que vê o espectro dessa sombra que entra aí e tal, e toda a história, há um momento em que praticamente se desvanece, ele dá um sonho que não pode contê-lo e se desvanece.
42:47
Efectivamente, como se essa figura ou essa coisa, de repente, se lhe parecia em um plano também quase de estado de duermevela, né?
42:55
onde ele está entre dormir e despierto. E me parece genial também a reflexão que faz, que para ti é a mesma história que a primeira que nos has contado, onde tu eres o testigo, no sentido de que é uma pessoa que o único que quer é seguir fazendo a trabalho que lhe comentaram. Em este caso, guardar esses caixões de artilleria, o que me parece, me parece, bueno, que é que o ser humano é assim, vale? Quando nos obsessamos com algo na vida e de repente a vida diz que tchau, o mesmo nosso alma não se dá conta.
43:30
Mas antes de metermos na história humana, da carta do cabo, que é uma coisa que me deixou louco.
43:39
Vamos contar esta outra história porque o de a brujaria é muito, muito, muito colombiano. E tu conta uma história que chamam a desconfiança, um erro fatal, uma coisa assim. E, além disso, você foi testigo. Também, em um quartel, há um senhor que, por desgracia, morreu em... por estar na guerra e os matam os criminales do ELN e resulta que, a partir de aí, na casa que ele tem no quartel onde está sua esposa, começam a acontecer fenômenos estranhos.
44:24
Como é a história?
44:26
A história é... Um sargento tinha sua esposa, sua família normal, dentro do batalhão das casas fiscais, onde vivem os comandantes. A esposa desconfia muito do sargento. Desconfia muito do sargento. Em uma entrada da área, a noite anterior de entrada da área, o sargento lhe disse, entra amanhã.
44:53
A noite anterior, o sargento estive com sua esposa tendo relações. Normal.
45:00
Mas com preservativo.
45:02
Ele se foi. Terminou a entrada. Ele foi para o outro dia e o mataram no ar. Ele foi morto.
45:10
Depois, como já Santo estava morto, já não podia estar no batalho porque já sua esposa já não estava vivo. Então, ela teve que entregar a casa fiscal e coger para a sua terra.
45:26
Ela se foi.
45:29
Chegou outra família a ocupar essa casa.
45:34
Em das noites, no quarto principal, na ventana do quarto principal, se escutavam que golpeavam.
45:43
Se escutavam que golpeavam na ventana.
45:47
E quando a gente saia, não havia nada. E sempre era o mesmo. Ou às vezes se escutava, deseo a minha esposa. Em susurro, deseo a minha esposa.
45:56
E claro, para uma pessoa que não está acostumbrada a esses tipos de experiências, Deixem a casa e se vão.
46:08
E o problema seguia com essa casa. Que não podiam dormir, que algo desaparecia, que algo... Ligavam as noites a golpear, que diziam a minha esposa.
46:18
Tinha que buscar... Tinha que encontrar uma solução a esse problema, a gente do batalhão. Há um caos... Claro que sempre há gente que... Há gente para todos.
46:30
Gente para todos. E há um caos que... Tinha seus... Está aí a seus cositas, chamámoslo assim. Está aí a seus cositas e disse, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, Depois de medianoche, le golpearon três vezes na ventana e ele disse a minha esposa.
47:11
E ele se despertou e disse, que é o que quer, que é o que passa, que é o que precisa. Por que não pode descansar em paz? Deseou a minha esposa, deseou a minha esposa. Não disse nada mais, mas disse a minha esposa. Ele disse, aqui há algo, aqui lhe han feito algo a este senhor, aqui há algo raro. Eles começaram a avivar que aqui não havia os últimos habitantes dessa casa.
47:33
Quando chegaram da senhora, já estava em outra parte do país, disseram, sim, lhe contaram a história, já se pôs a chorar e disse, não, mas a verdade, sim, eu lhe fiz uma brujaria ao meu esposo porque eu não confiai em ele. Lá levaram ao batalhão novamente, levaram até a casa.
47:50
Ela entrou e na parte de trás, na parte que chamamos aqui, no patio, na parte de atrás da casa, havia enterrado, no mesmo preservativo, a esperma do E o esposo, e alguns reços, ela estava enterrado embaixo da terra e ela estava tapando.
48:08
Ela chegou lá, o destapou, o cabo fez suas coisas. Ela não se mete, não?
48:14
Fez suas coisas para que o alma descansasse.
48:19
E já a semana já chegou outra família aí e já passou isso.
48:23
Porque ela havia feito brujería para que o marido não se fora com outra, por isso tinha esse preservativo com sede mental e, então, o havia deixado amarrado a este plano da realidade. O pobre havia falecido naquele atentado dos criminales da LN e, bom, na casa começam a acontecer esses fenômenos poltergeist que se solucionam rompendo esse hechizo de brujería.
48:50
Então, há coisas, como dissemos na história anterior, um acredito que a pessoa, ou que nós todos temos uma missão, e nos morimos de repente, de pronto não é o tempo que está estabelecido, mas antes, e voltamos a seguir com essa missão, a seguir com o que estamos fazendo. E neste caso, ele, não sabemos que missão tinha, mas estava atado a este mundo, estava atado a esta dimensão, e foi tal, ou seja, me parece como tan de mal gusto que a pessoa tenha feito, ou seja, se não quer estar com ela, pois listo, mas o atou a este mundo e o pôs-se a sufrir, a parte que sufriu quando se morreu, a parte que ela também estava sofrendo porque mataram seu esposo, agora também não pode descansar em paz porque a mulher fez uma brujaria, literal, foi uma brujaria, Isso é algo que a gente toca confiar até a própria sombra em esses casos.
49:59
Essa história é muito louca, para que vea a gente também todos os perigos que há detrás da brujaria, que as forças escuras, quanto menos se toquem, desde o ponto de vista, muito, muito melhor. Oi, Eduardo, vamos nos meter em esta última história, que esta sí que me deixou super louco. O que quer mais histórias, que compre o livro, que há um monte de histórias, vale? Mas esta me deixou super louco, que é... Bom, a história da carta, efectivamente. Um senhor ao que lhe entregam uma carta em estranhas circunstâncias.
50:35
Como é essa história, Eduardo?
50:37
Bom, isso foi no Valle do Cauca.
50:43
Em 97, em 1997.
50:45
Essa é uma história da polícia, um senhor da polícia. Recordo, a história narra que, a grande rato, Toda a parte da alcaldia estava em um edificio viejo e construiu um edificio novo e tinha que passar o arquivo e todas as situações ao edificio novo. Na noite, na noite, o comandante da estação de policia mandava quatro policiais, quatro policiais, a casa, para que estivesse lá, porque não falta quem entrar a roubar.
51:22
Então, ele cumpriu o turno.
51:25
Seis da tarde entraram os policiais normais, se repartem nas quatro esquinas da casa e já.
51:32
Depois da noite, me parece, chega alguém, golpea na porta e ele se levanta e vê por a perilla da porta e diz, mas um policia, que será? Não, é que eu sou tal, que sou o patrullero tal, que vengo trasladado, ele...
51:52
A polícia me mandou para aqui para que os apoiei esta noite. Como eu vejo com seu uniforme, com sua placa e tudo, parece normal. E abriu a porta. E se sentaram a falar para passar a noite e não ficar dormindo.
52:09
E começaram a falar, e falar, e falar, e falar.
52:12
Então, em um momento ele disse. Neito pedir um favor. Neito que você entregue esta carta a minha filha.
52:21
minha filha ali em tal parte, está na direção, eu disse que vai e se me entregue. Eu disse, por que me disse a mim, por que não a você? E ele disse, pois, porque a grande rasgo, porque ela não me... em casa de minha filha não me quer. Só assim entregar, só perguntar por ela, entregá-se a ela, nada mais. Ele disse, mas está bem, a regaña a dívida, lhe disse o favorito, a carta, lhe recebe a carta. A carta, um sobre-sellado, lhe recebe a carta.
52:49
Digo, bom, é que onde fica o banho? Aqui está o banho. Não, olha, ao fundo da direita, que é o banho. E, bom, eu preciso pedir outro favor. É que este papelito é uma oração a Santa Cruz.
53:05
E ela sempre me protegeu, sempre me acompanha. Se ela quer regalar a você.
53:10
E o outro, o policial, mas por que a mim, se ela protegeu tanto a você, por que não a tem a você? Porque a certeza me regalo, ou seja, É uma proteção que eu tenho muito tempo, que eu quero dar a você. E a reação, a oração, a Santa Cruz. Ele falou, espéreme aqui, vou ir ao banho. Se levantou o senhor e ficou para o banho. E nesse momento, diz o autor da história, que ele sentiu um ataque de sueño, como se chama em Colômbia, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um ataque de sueño, um dormindo.
53:49
A das cinco e meia da manhã, seis da manhã, os chamaram os companheiros. Ei, levante-se que nos vamos, que se acaba todo o que van a recibir.
53:55
E ele mirou para todos lados.
53:57
Ah, sí, sí, já, listo. Se levantou, se foi. Nunca dijo nada de los companheiros, del muchacho que era, del otro policial que había llegado. Llegou a la estación y buscou al teniente. Le dijo, es que ayer usted me mandou en la noche, me mandou un patrullero así, así, así. No, yo no mandaba a nadie así.
54:14
Busquem a esse patrullero e me o apresentam aqui que não sei que vai. Todo mundo começou a buscarlo. Ele olhou o favor da carta, ele olhou tudo. Ao tempo, se acordou o favor da carta. Eu tenho que fazer esta carta, este favor deste patrullero.
54:30
Se foi, buscou a eleição, pegou a casa, mas a nomenclatura das casas já as haviam mudado. Não estava no número, estava aí. E começou a buscar, o encontrou, perguntamos aqui, perguntamos na casa que aparecia aí.
54:46
Digo, estou buscando a senhora, tá, tá, tá, tá. Digo, não, aqui não vi. Mas pergunta na tienda, o senhor da tienda.
54:54
A tienda do barrio.
54:56
A tienda do barrio, pergunta lá, lá o podem guiar. E ele chegou a tienda e disse, olha, estou buscando esta pessoa que vai chegar a esta carta. Digo, não, essa senhora se foi de aqui há como 10 anos, mas eles vivem eu acho que no parque, não sei o que, no centro, aqui em um restaurante, pergunte por ela no restaurante. Bom, a policia se foi, chegou ao restaurante, se sentou e começou a ir para outro lado. Ou seja, segundo a carta, segundo a pessoa que lhe havia entregado a carta, como era a novia, pois dizia, dizia, deve ter entre 20 e 25 anos.
55:35
E não veia a ninguém lá. Bom, perguntou.
55:38
A la mesera perguntou, Estou buscando a senhora, a senhora, a senhora, tal.
55:45
Digo, pois sou eu, já me chamou assim. Digo, não, não pode ser você porque a que estou buscando deve ter entre 20 e 25 anos. É um policia que mandou uma carta. Digo, pois aqui vêm muitos policiais, porque estamos perto da estação.
56:01
Digo, não, este tem que ser porque o policia que me entregou, eu digo, tem que ser ela.
56:07
Eu disse, diga-me o nome do policia e de repente eu conheço que eles que vêm aqui a almoçar e vamos e buscamos.
56:14
Quando eu digo o nome do policia, a senhora se atacou a chorar e se desmaiou. E chegou o treino do restaurante, a cogieron a alzada, a levaram para um quarto atrás e chegou lá. Mas por que eu não disse que aconteceu isso? Eu não disse nada a você. Ele disse, repitam o nome do policia.
56:37
E atacou a chorar. Mas por que chorar? Que é o que aconteceu. Ele foi meu filho há muitos anos.
56:47
E o mataram. Ele foi meu filho há muitos anos. E entregou a carta. É que eu tenho essa carta para ele. A meninaia o cogiu, viu o nome dela, viu o nome dele, e viu, e viu não.
57:04
Como ele escreveu seu tipo de letra, ele reconheceu. Era de ele. E se atacou a Yolatra. Não pode ser ele porque a ele o mataram em Riofrío. Hace... Eu me lembro de muitos anos. O mataram lá.
57:17
Ele venia a permiso e o mataram em Riofrío. Abriu a carta. Era o nome dela. Era a letra dela. Era uma... Inclusive, há uma foto do policial. E a sacou. Ele foi. Mas como é que ele se morreu há... 10 anos, sim. Há uma semana eu me encontrei e contei a história. Eu não escrevi a carta, senhora.
57:45
Esta é a carta. Inclusive, a carta vem já. E a senhora a abriu, a reconheceu e disse, sim, é para mim, mas a história é que o mataram há mais de 10 anos.
57:58
E sabe o que dizia a carta, Eduardo? Não. Nada, não é nada. Simplesmente essa carta lhe chegou à senhora quando lhe tinha que chegar porque apareceu a figura daquele policial depois de morto.
58:12
Sim, ou seja, como eu disse agora, o policial, eu, pois, em meu conceito, o policial escreveu sua carta, por aí, estamos falando dos anos 90, me imagino que ela teria visto em seu uniforme em alguma parte, se vai entregar a minha novia, apenas chega.
58:31
Ou eu vou mandar com alguém apenas cheguei. E o mataram no caminho.
58:36
E ele seguiu com sua consciência despierta. E um tempo depois encontrou a quem pê-lhe o favor de que lhe entregue a carta.
58:45
E aproveitou esse momento de soledade do outro policial. E ele disse, não se pode apresentar que já me mataram há muitos anos. Se apresentou normal, há-me favor e entregue a carta.
58:56
E quando o...
58:57
entregou a carta e a garota a lei, pois o policial, para mim, ele teve que ter descansado já, porque cumpriu a missão que fez e iniciou em algum momento, que era uma carta para sua mãe, com a respecta foto dele.
59:14
Que bonito, pois fíjate como alguém pode comunicar-se desde o mais além, o que apareça um objeto físico, se chama para psicologia um caso de aporte, que é o caso da carta, que me hubiera encantado poder tenerla para analizarla, mas... Sim, tenho a foto da oração da Santa Cruz, não a coloquei nisso porque eu não tenho imagens,
59:40
mas eu tenho essa imagem que o policial me enviou. O que aconteceu? Ele me contou a história, tal, tal, tal. Ele disse, é mais, eu tenho a foto da oração e me enviou a foto da oração.
59:57
Mas essa oração se escreveu ele, não é?
60:00
Não, não, não. É um papelinho de uma oração da Santa Cruz. Esse papelinho se tem guardado desde o dia que...
60:10
Essa pessoa se lhe entregou.
60:11
Ah, não, que curioso, para que me envíe a foto e lhe possa colocar por cá. Mas então, porque o que lhe dá o fantasma é a carta, não o papel com a oração. Sim, ambos. Também, ambos. Acuérdate... Ah, não, pásame essa foto. Perdão, aí me lié. Pásame essa foto, chaval. Que loucura.
60:28
Acuérdate que ele disse, acabam por entregar esta carta a minha novia. E quando... Antes de ir para o baile, ele disse, quero regalar esta oração.
60:37
Oração.
60:38
A oração... que me lhe deu há muito tempo alguém que me protege. Eu digo, não, mas como é a duração se lhe protege a você?
60:45
Oiga, pásame logo a foto por mail que la pongamos aqui, vale?
60:53
Claro, isso me parece que está genial. Olha, Eduardo, que estamos chegando ao final da entrevista.
60:58
Uma pergunta, como ha cambiado a tua forma de pensar, fazer este livro, recoger todos os testemunhos, contar o que tu viviste? Como cambiou a tua forma de pensar isto?
61:10
Más que forma de pensar, é ter mais bases para creer, para ter presente que nossa vida não termina, nossa vida como vida não termina quando um se morre. Ninguém sabe o que acontece depois, mas eu tenho o testemunho de que quando um tem algo pendente, deve regresar a isso. Regresa a isso, a esse pendente.
61:40
Este é o senhor a entregar sua carta. O soldado a seguir no batalhão. Aí mais, o cabo, regressou outra vez a sua base onde estava.
61:54
Que será bom, que será malo, isso ninguém sabe.
62:00
Se o dia que nos corresponde a nós morrer e tem mais que fazer, só sabemos se foi bom ou se foi mal. Mas se radicou mais em mim, a crença que verdadeiramente nós temos uma missão neste mundo.
62:17
Qual é? É o problema que nos damos, qual é?
62:21
Mas o que eu disse é que a missão que temos é não fazer daño a ninguém.
62:26
Isso sim é a missão verdadeira, não fazer daño a ninguém.
62:29
Seja o que seja, que seja nosso pensamento político, religioso ou cultural, não fazer daño a ninguém.
62:40
Pois, amigo meu, que reflexão tão linda a tua para finalizar esta entrevista. Quero darte a graça por ser um valiente, por ter defendido a Colombia, por ter defendido aos colombianos, por contarnos, em primeira pessoa, as experiências paranormais e por ter feito esse maravilhoso livro. E desde aqui, um desejo, e é que, ojalá, esse conflito colombiano que nos leva azotando tantas décadas, algum dia termine.
63:09
Queria antes de terminar Leerles la dedicatoria La dedicatoria de meu livro Sim, claro Para que todo mundo Este não é um livro Tinha histórias paranormais Mas não é a história Não é a ideia total do livro Contar a história Tinha uma dedicação A dedicatoria Ou a quem lê que este livro Dizem A os valientes homens e mulheres da Força Militares e da Polícia Nacional, com profundo respeito e admiração, dedico este livro a quem, com entrega e sacrifício, protege a nossa nção.
63:49
Su compromisso inquebrantável e sua valentia são o pilar de nossa segurança e liberdade. Obrigado por cada dia que eligen servir, por cada desafio que enfrentam e por o amor com que defiendem a nossa patria. Você é um exemplo de honra e liberdade. Obrigado por seu serviço.
64:09
E graças a ti, amigo, porque sem o ejército neste país não tínhamos liberdade nem segurança. Isso eu tenho claríssimo. Então, desde aqui, o meu desejo de que ojalá este conflito colombiano algum dia termine. Para mim, sois todos os heróis. E nunca, nunca esqueçam que vivemos em um mundo mágico porque está repleto de misterio.